|
Série dos
Actinídeos
Escrito por:
Miguel A. Medeiros
Publicado em: 16 de abril de 2005
Os
elementos da série dos actinídeos também são chamados de actinóides. Eles
formam um grupo de 14 elementos, excluído o actínio.
O
nome actinídeo é uma referência ao actínio, o protótipo da série.
Em
1945, Glenn T. Seaborg publica uma tabela periódica, na qual ocorre pela
primeira vez a presença de uma nova série de elementos, que tinha o tório
como inicial. Ela era a série dos actinídeos.
Essa
nova série de elementos possuía apenas o tório, o protactínio e o urânio
como elementos naturais. No entanto, a partir da década de 1940, estudos
sobre síntese de átomos pesados se concretizaram e foram produzidos os
elementos: netúnio, plutônio, amerício, cúrio, berquélio, califórnio,
einstéinio, férmio, mendelévio, nobélio e laurêncio. Esses eram, então, os
elementos da série dos actinídeos, que possuíam elétrons preenchendo o
orbital 5f, o que lhes conferiam um diferencial, assim como os lantanídeos.
A
descoberta de pelo menos a metade dos elementos dessa série se deve aos
estudos e trabalhos desenvolvidos com o auxílio de Seaborg, que também
propôs a série.
A
maioria dos elementos desta série é artificial e todos radioativos,
entretanto, isso não impede que eles sejam utilizados pelo homem.
Atualmente, diversas aplicações existem para estes elementos, mas a maioria
voltada para suas propriedades radioativas, como produção de energia.
Referência bibliográfica:
1. Medeiros, M. A.; Texto
retirado na íntegra do software QuipTabela 4.01; 2004. |
Os
estudos do desenvolvimento destes elementos possibilitaram a síntese de
outros elementos de transição, os chamados transactinídeos, que se iniciam a
partir do número atômico 104.
*O texto e as figuras desta
página foram produzidos por Miguel A. Medeiros. A reprodução destes, merece
autorização ou referência ao autor. Além do endereço desta página.
|